Reflexão: Filme - Mulan
Oi, pessoal!
Tudo bem com vocês? Há alguns dias atrás, assisti o filme live action da Mulan (2020) e ele, apesar de tão diferente da animação de 1998, me fez relembrar do como eu amo este filme e o tanto de coisa que ele pode nos ensinar e fazer refletir.
Mulan é sem dúvidas uma das minhas princesas favoritas da Disney. O filme conta sua história, que não é nem um pouco parecida com um conto de fadas. Muito pelo contrário, Mulan é mulher, vive na China de 450 d.C. ,onde era comum crescer e ser criada e educada para honrar sua família casando-se com um homem e servindo-o como uma excelente dona de casa.
Logo de cara, percebemos que ela não se interessa tanto por estas habilidades e questiona o porquê de fazê-las. Mas, a história realmente acontece quando a pátria chinesa entra em guerra e todas as famílias são obrigadas a contribuir com um homem para servir seu país.
Na família de Mulan, o único homem é seu pai, um homem de idade e doente, que mesmo assim se candidata a lutar pela China. Ela, para poupá-lo da morte, vai em seu lugar e começa uma aventura muito difícil, com uma das cenas mais emblemáticas do filme: Mulan corta seu cabelo com a espada de seu pai e se veste com sua armadura, passando-se por um homem.
Muitas coisas acontecem, mas no final ela consegue se mostrar uma guerreira incrível e, mesmo sendo mulher, atrair a admiração e respeito de todos seus companheiros de batalha, do príncipe, do imperador da China e o mais importante: de seu pai. Neste momento, o filme (1998), nos traz uma frase muito bacana que acho incrível para pensarmos na história:






























